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Maria Angela Firmino AdvocaciaMaria Angela Firmino

Cuidamos do seu patrimônio. Protegemos a sua história.

Inventário, planejamento patrimonial e regularização de imóveis para famílias que precisam colocar o patrimônio em ordem, com clareza, segurança e sem complicar ainda mais um momento que já é difícil.

Área de atuação
Inventário

Inventário

Quem você ama se foi. Resolver o que ficou não precisa tornar esse momento ainda mais difícil.

Planejamento Patrimonial

Planejamento Patrimonial

Você já pensou em deixar tudo organizado e sua família protegida?

Divórcio e Partilha

Divórcio e Partilha

O fim de um casamento não precisa ser o começo de uma disputa.

Regularização de Imóvel

Regularização de Imóvel

Um imóvel sem documentação é um patrimônio sem proteção.

Sobre nós

Advocacia para momentos que envolvem muito mais do que documentos.

Há momentos em que o direito entra justamente nas questões mais delicadas da vida: a perda de alguém, uma herança que precisa ser resolvida, o fim de um casamento ou um imóvel que ainda não está no papel como deveria.

Por trás de cada processo existe uma história. E, por trás de cada inventário, uma família tentando seguir em frente.

Às vezes, todos concordam. Em outras, existem mágoas antigas, imóveis sem documentos, herdeiros que não se falam ou uma pendência que já atravessa gerações. Há também quem simplesmente não saiba por onde começar.

Meu trabalho é entender essa história, mostrar os caminhos possíveis e conduzir cada etapa com clareza, para que você saiba o que está acontecendo, o que precisa ser feito e qual é o próximo passo.

Sou especialista em Direito de Família e Sucessões e também especialista em Inventários. Essa formação acompanha uma forma de trabalhar em que conhecimento técnico e comunicação simples precisam andar juntos. Você não precisa entender de leis para entender o seu próprio caso.

Porque organizar o patrimônio também é uma forma de cuidar da história que uma família construiu, e do que ela deseja preservar para o futuro.

Maria Angela Luz Firmino Gomes, advogada

Maria Angela Luz Firmino Gomes

OAB/MG nº 230.754

Realizamos atendimento online e presencialEntenda por onde começar →
O custo de deixar para depois

Quase sempre, começa com uma gaveta.

Dentro dela, um contrato de compra e venda amarelado, uma certidão de óbito e a escritura de uma casa que ainda está no nome de alguém que se foi há anos. Todo mundo na família sabe de quem é a casa. O papel é que não sabe.

Então o assunto vai sendo adiado. Porque é caro, imagina-se. Porque vai demorar. Porque vai mexer com o irmão que não fala com ninguém. Porque, no fundo, ninguém quer abrir aquela gaveta e lembrar.

O tempo, porém, não adia junto. Ele só cobra mais caro depois.

Mas abrir essa gaveta com a orientação certa pode ser menos pesado do que se imagina. Um inventário bem conduzido transforma o que parece um fardo em um caminho mais claro, com cada etapa compreendida, cada direito respeitado e a família amparada em vez de dividida.

A gaveta pode continuar fechada. A pendência, não.

Quase sempre, começa com uma gaveta.

Dentro dela, uma escritura antiga, uma certidão de óbito e documentos de uma casa que ainda está no nome de alguém que se foi há anos. Todo mundo na família sabe de quem é a casa. O papel é que não sabe.

Então o assunto vai ficando para depois. Porque deve ser caro. Porque deve demorar. Porque tem aquele irmão que não fala com ninguém. Porque ninguém sabe nem por onde começar. E porque, no fundo, abrir aquela gaveta também é mexer em coisas que a família preferiu deixar quietas.

A família pode adiar. O tempo, não. E o que hoje parece apenas uma pendência pode ficar cada vez mais difícil de resolver.

Abrir essa gaveta pode parecer difícil. Mas continuar fechando os olhos para o que está dentro dela não resolve o que ficou pendente. Com a orientação certa, aquilo que a família vem adiando há anos pode começar a ser resolvido, um passo de cada vez.

Fechar a gaveta não fecha o problema.

O patrimônio existe. Mas, sem regularização, o problema também.

Adiar o inventário pode parecer a escolha mais fácil agora. Mas, enquanto ninguém resolve, o tempo passa, e aquela pendência começa a pesar no patrimônio, nos planos e até nas relações da família.

  • O patrimônio fica travado

    A casa está lá. Tem valor. Mas a família não consegue decidir o futuro dela com tranquilidade. Vender, financiar ou colocar tudo em ordem fica mais difícil. O que poderia trazer segurança, renda ou realizar novos planos continua preso a uma pendência.

  • A família começa a pagar a conta

    Um quer vender. Outro quer ficar. Um mora no imóvel. Outro paga as despesas. E ninguém sabe até quando isso vai continuar. Quanto mais o inventário é adiado, mais espaço existe para cobranças, desentendimentos e conflitos entre quem antes só precisava dividir uma herança.

  • O problema cresce com o tempo

    O que não é resolvido hoje pode custar mais amanhã. Despesas se acumulam, documentos se perdem e a família muda. E, se um herdeiro falece antes da regularização, entram novos herdeiros na história. Um inventário que já estava pendente pode virar dois, e envolver ainda mais pessoas.

Esperar parece não custar nada. Até chegar a conta do que não foi resolvido.

Caminhos possíveis

Existem caminhos para colocar o patrimônio em ordem. O primeiro passo é descobrir qual deles faz sentido para o seu caso.

Cada situação exige um caminho próprio. O que funciona para uma família pode não ser o ideal para outra, por isso entender as opções é o primeiro passo para resolver com segurança.

Inventário

É o caminho clássico para a partilha dos bens de quem faleceu. Pode ser feito de duas formas:

Inventário judicial

Nem sempre a família consegue resolver tudo em comum acordo. Quando existem conflitos entre os herdeiros ou o caso precisa da participação de um juiz, o inventário segue pelo Judiciário. O importante é entender o caminho e saber o que precisa ser feito em cada etapa.

Inventário extrajudicial

Realizado em cartório, por escritura pública. Em muitos casos, pode ser um caminho mais simples e rápido. Até situações com testamento, menores ou incapazes podem admitir essa via, desde que sejam cumpridos os requisitos previstos para cada caso.

Dúvidas frequentes

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Uma conversa pode ajudar você a entender em que ponto está o seu caso, quais caminhos existem e o que precisa ser feito primeiro. Com clareza, sem complicação e sem termos técnicos desnecessários.

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Maria Angela Luz Firmino Gomes, advogada